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Traceroute
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saber seu IP clique aqui
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3 Opção
4 Opção 5
MyWanIPSetup
- Programa que mostra o IP válido,
para quem usa NAT / Roteador, e tem endereço
inválido
Configuração
- Verifique
a sua configuração
CLASSES de endereços IP
Blocos IP
Roteamento IP
Teste sua conexão - IP Reverso
Reverse
DNS Lookup
Traceroute
PING
APIPA
= Automatic
Private IP Addressing
Testes de Portas
http://www.pcflank.com/scanner1s.htm
http://scan.sygate.com/
http://security.symantec.com/ssc/sc_ipcheck.asp?ax=0&langid=br&venid=sym&plfid=23&pkj=YWJCVMMSPCKNPOFZKRU
Medidores de
Velocidade - Links
para medidores de velocidade
PortScan
- Verifique se suas portas estão abertas
Verifique que portas estão
fechadas:
http://www.checkmyports.com/
www.portdetective.com
Veja os testes de usuários de todo o Brasil
Traceroute: a prova técnica de que o provedor não dá acesso
Veja como as operadoras de telecom enganam o usuário,negando que fazem a conexão de ponta a ponta na internet
As operadoras de telecomunicações
sempre lhe disseram que você precisa contratar um provedor de
acesso porque elas "não prestam o serviço completo" de
conexão do usuário à rede. Isso, porém,
não é verdade: testes técnicos como o traceroute
demonstram que os provedores de acesso não participam de nenhuma
etapa da conexão do usuário à internet.
Trace
sua rota
Visualroute EMAIL:
belforts@bycable.com.br PIN: 583003
Opus One
Traceroute Tool
IP Address
Locator Tool
Traceroute
http://200.204.108.152/cgi-bin/traceroute.cgi
http://200.207.188.90/cgi-bin/traceroute.cgi
O que é traceroute
O
traceroute não passa de um comando, realizado em qualquer
computador, que detecta por que linhas e computadores passa um
determinado pacote de dados até chegar a outro computador. Ou
seja, o traceroute —como diz seu nome em inglês—
"traça a rota" entre dois computadores. Se eu escrever tracert www.yahoo.com,
o comando traceroute mostrará todos os locais por onde passariam
os meus dados até chegar ao servidor do Yahoo, nos Estados
Unidos.
Alternativa: use o Sam
Spade (1801
KB) -
uma ferramenta que pode ajudar a localizar os remetentes de spam. Muitas
ferramentas, como nslookup, whois e traceroute, já realizam um trabalho
parecido, mas a Sam Spade permite usá-las por meio de uma interface gráfica.
Além disso, as informações fornecidas por uma delas podem ser usadas por
outra. A ferramenta SMTP Verify ajuda a verificar a validade de um endereço
eletrônico, útil para saber se a mensagem faz parte de uma trilha de spam.
Outro recurso interessante envia pacotes HTTP para o servidor Web do provedor de
tempos em tempos, para manter a conexão discada ativa. Também faz parte do
pacote um navegador Web. Uma consulta ao site abuse.net também identifica se um
endereço de e-mail está listado em sua base de dados.
Para que serve
Bom, mas
para que serve o traceroute no nosso caso? Muito simples: ao
realizarmos o traceroute em qualquer computador ligado a um
serviço de banda larga (como Speedy, Vírtua ou TVA Acesso
Rápido), poderemos constatar que todos os computadores entre a
casa do usuário e o tronco central da internet (backbone)
pertencem à operadora de telecomunicação dona do
serviço ou a uma operadora de telecom de longa distância.
Em nenhum momento os dados do usuário passam por computadores de
um provedor de acesso. Conclusão: o provedor não tem
nenhum papel na conexão. Quem realiza o serviço todo
é a operadora de telecomunicação.
Faça você mesmo
Qualquer um
pode realizar o traceroute em sua casa. O teste é simples e
rápido de fazer. Se você é usuário do
Windows, basta abrir o programa DOS, enquanto conectado à
internet, e digitar em seguida: tracert www.yahoo.com [aperte ENTER]
Uma
relação de endereços de internet e números
IPs (como 200.253.246.10) aparecerá na tela. Por exemplo:
C:\>tracert www.yahoo.com
Rastreando a rota para www.yahoo.akadns.net [64.58.76.227]
com no máximo 30 saltos:
1 27 ms 26 ms 27 ms 1001.virtua.com.br [200.183.100.1]
2 26 ms 29 ms 26 ms 2237.virtua.com.br [200.212.223.7]
3 32 ms 27 ms 29 ms ebt-G11-0.embratel.net.br [200.230.219.209]
4 32 ms 33 ms 29 ms ebt-P3-0.embratel.net.br [200.230.0.141]
5 158 ms 163 ms 155 ms POS1-2.GW5.ATL5.ALTER.NET [157.130.89.189]
6 161 ms 159 ms 160 ms 170.at-5-2-0.XL3.ATL5.ALTER.NET [152.63.82.10]
7 161 ms 155 ms 162 ms 193.ATM6-0.BR1.ATL5.ALTER.NET [152.63.80.113]
8 160 ms 159 ms * 204.255.168.74
9 181 ms 180 ms 180 ms acr1-loopback.Miami.cw.net [208.172.98.61]
10 185 ms 181 ms 184 ms bbr01-g2-0.miam01.exodus.net [64.253.193.1]
11 193 ms 195 ms 200 ms bbr02-p4-0.atln01.exodus.net [216.32.132.254]
12 193 ms 196 ms 193 ms bbr01-g2-0.atln01.exodus.net [216.35.162.3]
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Imitação de tela do DOS realizando traceroute
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Este teste
de traceroute, feito de um computador conectado ao Vírtua,
mostra que em todos os momentos, até a chegada do pacote de
dados à rede da Embratel, a conexão do usuário
permaneceu sempre dentro do próprio Vírtua (provas:
1001.virtua.com.br e 2237.virtua.com.br).
Domínio oculto
Há
casos em que o usuário não verá um número
IP convertido em um endereço de internet que permita identificar
a quem pertence a máquina (por exemplo, na linha 9, que possui
apenas o número 204.255.168.74). Não se deixe
impressionar: para converter qualquer número IP em
domínio (ou saber quem é o responsável pela
máquina), basta digitar o número IP no campo de busca do
site da Fapesp (http://registro.br).
Ou digite nesta página, diretamente, qualquer número IP:
Prova inequívoca
O
traceroute é aceito como prova inequívoca, do ponto de
vista técnico, do trajeto que um pacote de dados faz de um
computador até outro. Não resta dúvida, portanto,
pelos diversos testes de traceroute fornecidos por usuários de
internet à ABUSAR (desde a época do movimento Velocidade
Justa), que os provedores de acesso não têm
participação nenhuma no processo de acesso.
Trata-se,
portanto, tão somente de um cartel formado pelas operadoras de
telecomunicações com provedores de acesso em que as
operadoras realizam o serviço completo, mas os provedores
não reclamam porque recebem por parte dos serviços de
"provimento de acesso" embora nada façam. Na
repartição da receita, os provedores ficam com cerca de
10% do valor que lhes é pago pelo usuário (embora
não prestem nenhum serviço) e o restante é fica
com a operadora, que recebe duas vezes pelos serviços de banda
larga (do usuário e do provedor).
PING
Ping é um teste que permite verificar o tempo de resposta entre dois pontos da rededa rede.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia
livre.
Protocolos
Internet (TCP/IP)
| Camada |
Protocolo |
| 5.Aplicação |
HTTP,
SMTP,
FTP,
SSH, RTP,
Telnet,
SIP, RDP,
IRC,
SNMP,
NNTP,
POP3,
IMAP,
BitTorrent,
DNS,
Ping ... |
| 4.Transporte |
TCP,
UDP,
SCTP,
DCCP
... |
| 3.Rede |
IP
(IPv4, IPv6)
, ARP,
RARP, ICMP,
IPSec ... |
| 2.Enlace |
Ethernet,
802.11
WiFi, IEEE
802.1Q, 802.11g,
HDLC, Token
ring, FDDI,
PPP,
Frame
Relay, |
| 1.Física |
Modem,
RDIS, RS-232,
EIA-422,
RS-449,
Bluetooth,
USB,
... |
ping é um programa
de computador desenvolvido para ser usado em redes TCP/IP
(como a Internet).
Ele permite que se realize um teste simples com a finalidade de se descobrir se
um determinado equipamento de rede está funcionando e se o mesmo está acessível
via rede. Seu funcionamento consiste no envio de pacotes
ICMP para o
equipamento de destino e na "escuta" das respostas.
Se o equipamento de destino estiver ativo, uma
"resposta" (o "pong", uma analogia ao famoso jogo de
ping-pong) é devolvida ao computador solicitante.
O autor da ferramenta, Mike
Muuss, deu a ele este nome pois lembrava o som que o sonar emitia. (Depois Dave
Mills arrumou um significado para a sigla, "Packet Internet Grouper
(Groper)", algo como "Procurador de Pacotes da Internet")
A utilidade do ping de ajudar a diagnosticar
problemas de conectividade na Internet foi enfraquecida no final de 2003,
quando muitos Provedores
de Internet ativaram filtros para o ICMP
Tipo 8 (echo request) nos seus roteadores.
Esses filtros foram ativados para proteger os computadores de Worms
como o Welchia, que inundaram a Internet com requisições de ping, com o
objetivo de localizar novos equipamentos para infectar, causando problemas em
roteadores ao redor do mundo todo.
Outra ferramenta de rede que utilizam o ICMP
de maneira semelhante ao ping é o Traceroute.
A saída do ping, e seus primos, geralmente
consiste no tamanho do pacote utilizado, o nome do equipamento
"pingado", o número de seqüência do pacote ICMP, o tempo de vida e
a latência,
com todos os tempos dados em milisegundos.
Abaixo um exemplo de saída quando pingamos o
servidor wikipedia.com:
$ ping -c 5 wikipedia.com
PING wikipedia.com (130.94.122.195): 56 data bytes
64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=0 ttl=235 time=284.3 ms
64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=1 ttl=235 time=292.9 ms
64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=2 ttl=235 time=289.7 ms
64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=3 ttl=235 time=282.4 ms
64 bytes from 130.94.122.195: icmp_seq=4 ttl=235 time=272.0 ms
--- wikipedia.com ping statistics ---
5 packets transmitted, 5 packets received, 0% packet loss
round-trip min/avg/max = 272.0/284.2/292.9 ms
Os tipos básicos de ping são:
Tipo Nome Referência
---- ---------------------- -----------------------------------
0 Echo Reply [RFC792]
1 Unassigned [JBP]
2 Unassigned [JBP]
3 Destination Unreachable [RFC792]
4 Source Quench [RFC792]
5 Redirect [RFC792]
6 Alternate Host Address [JBP]
7 Unassigned [JBP]
8 Echo Request [RFC792]
9 Router Advertisement [RFC1256]
10 Router Solicitation [RFC1256]
11 Time Exceeded [RFC792]
12 Parameter Problem [RFC792]
13 Timestamp [RFC792]
14 Timestamp Reply [RFC792]
15 Information Request [RFC792]
16 Information Reply [RFC792]
17 Address Mask Request [RFC950]
18 Address Mask Reply [RFC950]
19 Reserved (for Security) [Solo]
20-29 Reserved (for Robustness Experiment) [ZSu]
30 Traceroute [RFC1393]
31 Datagram Conversion Error [RFC1475]
32 Mobile Host Redirect [David Johnson]
33 IPv6 Where-Are-You [Bill Simpson]
34 IPv6 I-Am-Here [Bill Simpson]
35 Mobile Registration Request [Bill Simpson]
36 Mobile Registration Reply [Bill Simpson]
37 Domain Name Request [RFC1788]
38 Domain Name Reply [RFC1788]
39 SKIP [Markson]
40 Photuris [RFC2521]
41 ICMP messages utilized by experimental [RFC4065] mobility protocols such as Seamoby
42-255 Reserved [JBP]
Depois de sempre ver um relato aqui e outro ali metendo o
pau nos provedores nacionais com relação à ping de jogos ou sites hospedados em
servidores para fora do Brasil e como é de meu interesse sempre me informar
sobre o assunto, resolvi dar uma pesquisada nesse assunto
Tomando-se sem consideração que grande parte de nosso
trafego (principalmente do pessoal com virtua) passa por roteadores da
multinacional Global Crossing, fui no site deles e me deparei com uma
ferramenta bem interessante para se fazer ping entre os roteadores da própria gblx
(Global Crossing), bem como para outros servidores do mundo.
Para quem tiver interesse em dar uma olhada:
http://www.globalcrossing.com/network/network_looking_glass.aspx
Reparem que só o link do Roteador deles de NY (pegando um
local mais ou menos “central” dentro dos EUA) para o roteador deles
mesmos em SP, já bate nos 115ms de média, se pegar um local mais “próximo”,
mas ainda dentro da América do Norte (Miami), fica nos 110ms. Pegando um
servidor nacional de grande porte (UOL por exemplo), só pra chegar em um dos
roteadores de borda já bate nos 150ms, às vezes um pouco mais.
Um exemplo disso, um ping do router de NY para o meu gateway
do virtua aqui beirou os 180~200ms.
Lembrando que tudo isso de “ponto-a-ponto”
desconsiderando a latência nos próximos roteadores (hops) depois dos roteadores
da Global Crossing, tanto em território americano como do lado de cá,
roteadores do virtua, no meu caso, onde a latência é relativamente baixa.
Só lembrando que nem sempre usamos a mesma rota para a América
do norte, isso porque – graças a Deus – temos vários links diferentes
e redundantes pra lá, dentre eles estão a ATDN (da AOL), da própria Embratel,
Intelig e também dentro dos EUA temos a Congent, GBLX, AT&T, dentre inúmeros
outros, então isso é bem variável, mas no geral creio que em termos de latência
é por aí mesmo.
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