Total de internautas no País é 15%
maior, diz IBOPE/NetRatings Tatiana Schnoor - 21/11/2006
- 16:49
São Paulo, 21 de novembro de 2006
A partir
do segundo semestre do ano que vem, o Ibope//NetRatings começará a medir o
perfil do internauta nas empresas, segundo Fábia Juliasz, CEO do
IBOPE//NetRatings e diretora de negócios do IBOPE Media Information, durante
evento da IAB (Interactive Advertising Bureau Brasil).
Para ela, o número
total de usuários no País é 15% superior ao atual, que é de 32,5 milhões,
em função das pessoas que navegam apenas no trabalho.
Desta forma, o número
total de usuários de Web
no País pode chegar a 37,3 milhões.
Conhecemos o perfil do internauta
residencial, mas não o do corporativo. Ainda não há dados concretos, mas
acreditamos que a navegação do internauta do trabalho é mais direcionada e
restrita. Como ele não tem muito tempo para navegar livremente, ele olha
menos sites, mas vão diretamente ao que interessa a eles", afirma Fabia.
Atualmente, o IBOPE//NetRatings mede o
acesso, horas de navegação entre outros aspectos de 5 mil internautas
residenciais em todo País. Mas, até então, não havia medido o corporativo.
A notícia foi comemorada entre os integrantes do IAB Brasil, que tem mais de
60 empresas associadas e o objetivo de aumentar a participação da mídia
interativa. Para Osvaldo Barbosa de Oliveira, os dados do IBOPE Net//Ratings
ajudarão o mercado promover o uso dos meios interativos para ações de
comunicação e marketing
.
De acordo com pesquisa divulgada pela IAB, a
Internet é a segunda maior mídia de massa nacional depois da TV aberta. De
acordo com os números, a TV a cabo tem 13 milhões de telespectadores; os
jornais, em geral, tem uma circulação de 3,1 milhões e as revistas, circulação
de 13 milhões. Já o alcance dos maiores portais está entre 50% e 80% dos
usuários da Internet no Brasil, que é de 32,5 milhões.
Banda
larga: Brasil tem 3,45 milhões de conexões Número significa uma
taxa de penetração de 1,9% de sua população brasileira, maior do que o
México, mas menor do que Argentina e Chile na AL. [16/02/2006 10:55]
Preços que os consumidores estão dispostos a pagar
ainda estão longe dos valores cobrados pelos provedores
São Paulo
-
O índice de internautas interessados em adquirir um
acesso em banda larga é alto, mas os preços que esses consumidores estão
dispostos a pagar ainda estão longe dos valores cobrados pelos provedores. A
constatação é da empresa de marketing online e-bit na última edição da
pesquisa Web Shoppers.
O levantamento indicou que
53% dos internautas que possuem acesso discado estão dispostos a adquirir serviços
em banda larga nos próximos seis meses.
Apesar da intenção, 71% deles gostariam de adquirir um serviço que custasse
até R$ 50,00, enquanto 19% estariam dispostos a pagar entre R$ 50,00 e R$
70,00.
Os valores sugeridos pelos internautas indicam que eles terão que se contentar
com velocidades mais baixas. Na cidade de São Paulo, por exemplo, os acessos
mais baratos giram em torno de R$ 65, incluindo o provedor, mas com velocidade
de 128 kilobits por segundo. Para velocidades mais elevadas, como 256 kbps, os
preços oscilam próximos a R$ 60, sem o provedor.
A pesquisa com os web-consumidores apontou que 80% acessam a internet em
casa.
Quanto à conexão, 42% utilizam linha discada.
Dentre os usuários de serviços de banda larga, 16% utilizam o Speedy, 4% o Vírtua
e 3% o Ajato.
Segundo a revista RTI Redes,
Telecom e Instalações, até 2003 o país terá cerca de dois milhões de
acessos ADSL instalados. Hoje, apenas a Brasil Telecom, Telemar e Telefônica
oferecem juntas cerca de 380 mil acessos.
Os cabos coaxiais chegam a 6,5 milhões de domicílios brasileiros. São 3,5
milhões de assinantes de TV a cabo, e 89 mil acessos de banda larga
disponibilizados via cable modem.
Entretanto, o relatório do banco
destaca que o serviço ADSL da operadora (Speedy) chegou a 282 mil usuários
(2,3% do total de linhas em serviço), crescimento de 42% em relação ao
primeiro trimestre deste ano.
O número de assinantes de ADSL,
de banda larga, subiu para 282,26 mil, ante os 215 mil do primeiro trimestre de
2002.
Segundo a revista Link de Junho de
2002. ano 6 nº 76, pág. 23
Acessos ADSL instalados (Speedy) :
260 mil; entre 10 e 20% são do programa Speedy Business. Provedores de acesso
encomendam 30 mil novos acesso Speedy por mês.
Previsão de instalação de
30.000 novos acessos mensais, fechando 2002 com 220 mil acessos ADSL instalados
Em comunicado divulgado na noite
de sexta-feira, a empresa informou ainda que o número de acessos rápidos para
Internet em linhas digitais, o ADSL, cresceu 64 por cento. O total de ADSL
instalados passou de 54,8 mil no primeiro trimestre para 89,8 mil ao final de
junho. As vendas cresceram 56 por cento, para 101,5 mil acessos.
Em
setembro,
eram 118,3 mil acessos comercializados.
O provedor tem 40 mil usuários e
está dobrando a base de clientes a cada 45 dias desde que foi criado, em
dezembro de 2001. A Brasil Telecom, operadora de telefonia fixa da região
centro-sul do país, alcançou em junho a marca de 100 mil acessos por /linhas
digitalizadas, o chamado ADSL.
A Telemar fechou 2002 com 130 mil
clientes de banda larga.
Seu serviço Velox, que usa o ADSL, chegou a dezembro com 50 mil clientes,
contra dez mil no mesmo período de 2001.
O pessoal parece bem satisfeito por lá — ao contrário, me parece, de um bom
número de assinantes do sistema.
O que a gente aqui recebe de reclamação a respeito — e não só da Telemar
— mostra que o mercado só vai crescer mesmo quando os serviços estiverem à
altura das exigências do usuário, esse eterno sofredor.
Será mesmo este o ano da explosão
da banda larga? Ao menos, é por isso que as operadoras estão torcendo, em todo
o mundo. Difícil saber se vai dar certo, mas os analistas — sempre eles —
estão fazendo seu comercial.
O Yankee Group, por exemplo, divulgou ontem: prevê que os brasileiros serão
61% dos assinantes de ADSL da América Latina até dezembro. A região deve
fechar o ano com 1,2 milhão de usuários desse tipo de acesso de banda larga.
Dando certo, será um crescimento de 60% em relação ao ano passado,
movimentando cerca de US$ 500 milhões ao longo de 2003.
— A ADSL vai ser predominante na América Latina, considerando-se a situação
financeira mais saudável e a larga cobertura oferecida pelas operadoras de
telefonia — disse Adriana Menezes, executiva do Yankee Group para a América
Latina, ao Yahoo! Finance.
Previsão de instalação de
10.000 novos acessos mensais
Com demanda, as operadoras não
brincam em serviço - Documento - Dezembro 2002-www.revistatelecom.com.br
A estratégia da Telemar é a de
prover serviços Internet, como um todo, com um portfolio mais amplo, baseado na
conectividade. O xDSL faz parte dessa oferta, e está sendo oferecido para o
mercado residencial, que responde por 70% de sua base de clientes, como para o
empresarial, que fica com os 30% restantes.
Mas a sua base de acessos ADSL
ainda é pequena, comparada às das outras concessionárias locais: atingia, em
novembro, cerca de 40 mil acessos em serviço."Esse mercado tem uma demanda
crescente, que deverá se manter em 2003, e, por enquanto, nosso ritmo é de 10
mil instalações mensais", comenta João de Deus, diretor de projetos
empresariais.
A exemplo da Brasil Telecom e da
Telefonica, a Telemar também dirige seu foco para o serviço de acesso à
Internet de banda larga. A concessionária da região I contratou recentemente
mais de 100 mil portas ADSL da Alcatel, que
venceu a licitação disputada por cerca de 20 players. E já está
promovendo uma nova licitação, da qual estão participando os principais
fornecedores do mercado, para contratar, até o final do ano, mais 120 mil
portas para implementar no início do ano que vem. O Velox, seu produto de
acesso à Internet de banda larga, tinha, no início deste semestre, cerca de 18
mil acessos em serviço, mas a meta da operadora é instalar uma média de 10
mil novos acessos por mês.
GVT dobra velocidade de acesso
em banda larga
Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2002 - 17h02 IDG Now!André Borges http://idgnow.terra.com.br/idgnow/internet/2002/12/0028
A partir desta semana,
o Turbonet, serviço de banda larga da GVT também está disponível a
velocidades de acesso de 512 Kilobits por segundo (Kbps) e 1 Megabit por
segundo.
Além de oferecer o dobro da velocidade que os assinantes possuem atualmente,
durante três meses, as novas opções do acesso via Assymetric Digital
Subscriber Line (ADSL) excluem o pagamento de habilitação do serviço, que
hoje sai por R$ 50,00.
O valor da mensalidade do Turbonet, a 256 Kbps, é de R$ 69,90. Para o acesso a
512 Kbps, o preço é de R$ 94,90 por mês e para 1Mbps, o valor é de R$
164,90. Até então, os serviços de banda larga oferecidos pela GVT só tinham
velocidade de 256 Kbps.
O produto está disponível para as cidades de Curitiba, Brasília, Goiânia,
Porto Alegre, Maringá, Londrina, Florianópolis, Joinville, Cuiabá, Caxias do
Sul e Gravataí.
Para a habilitação do Turbonet, o usuário precisa adquirir um dos cinco
modelos de modems compatíveis - Speed Touch Pro Alcatel, ECI USB, 3COM
OfficeConnect Remote 812 ADS Router, Parks Prestige 642R, 642RI, 642M e 645R, e
TTSI M702 Plus.
Atualmente o Turbonet soma quatro mil clientes e pretende chegar a cinco mil até
o final do ano, gerando uma base de dez mil usuários para a GVT, até março de
2003. Segundo Rodrigo Dienstmann, diretor de marketing da empresa, as novas
velocidades devem ser responsáveis por 10% das vendas do Turbonet.
A expectativa é expandir a oferta de serviços para pequenas e médias
empresas. "Hoje, temos uma base com 40% de usuários finais e 60% de
clientes corporativos", comenta Dienstmann.
SÃO PAULO - Nos últimos doze
meses, o número de assinantes da internet banda larga da TVA subiu de 8 600
para 12 mil, o que representa um crescimento de 39% - e a expectativa da empresa
é fechar o ano com de 16 a 17 mil pessoas conectadas à web veloz por meio de
sua infra-estrutura.
Como provedor de conteúdo, o Ajato (que é
oferecido não apenas aos assinantes da TVA, mas também aos do Speedy, Virtua,
Canbrás e
Speedy) cresceu cerca de 23% no período, pulando para 12,5 mil
assinantes. Todos os números representam os usuários domésticos - como
assinantes corporativos, o provedor atende hoje 750 empresas de diversos portes.
Eram 450 no começo deste ano e, segundo a TVA, serão 960 no final de 2002, um
crescimento de quase 100%.
Mais da metade dos usuários da TVA optam pelo
pacote de 256/256 kbps, segundo Lucca. O executivo também conta que eles
passam, em média, entre quatro e seis horas conectados por dia, e o pico de
acesso é às 10 da noite - "e não mais de madrugada, como na época do
acesso discado", declarou.
De acordo com Amilton de Lucca, diretor de
internet e telecom da TVA, a empresa está otimista porque o crescimento tem se
mostrado maior do mês de março para cá. A empresa bate na tecla do preço,
com pacotes por a partir de 73 reais (aluguel do modem incluído) para
conquistar usuários e perder a diferença de mercado com o ADSL (preferência
nacional por causa da penetração do telefone, milhares de vezes superior à da
tevê a cabo).
Mas outras estratégias para ganhar mercado
devem ser anunciadas nos próximos meses, tanto em conteúdo quanto em
infra-estrutura: a TVA já pediu à Anatel licença para atuar como SCM (Serviço
de Comunicação de Multimídia) que a permitirá oferecer um pacote de serviço
único, como era antes, e não mais separá-lo em infra-estrutura física e
provedor de acesso.
A TVA encerrou o primeiro semestre com 28 mil
assinantes residenciais no serviço de acesso à Internet em alta velocidade. O
número aponta crescimento de 40% em relação aos 20 mil usuários domésticos
do final do ano passado, segundo Lucca.
No segmento corporativo, eram 800 clientes ao
final do semestre. À primeira vista, o número aponta queda em relação aos
932 usuários do balanço de dezembro do ano passado, mas o executivo explica
que a empresa mudou a metodologia de consolidação. "Pelo método
anterior, teríamos algo em torno de 1,4 mil clientes corporativos", diz
Lucca.
Segundo ele, até o início deste ano, a TVA
computava o número de contas de forma que um único cliente que assinasse os
serviços de acesso à Internet e de provedor, pelo Ajato, entrava no cálculo
geral como dois assinantes. "Agora, consideramos este mesmo cliente como um
só", justifica.
A meta da TVA é encerrar o ano com mil usuários
corporativos na carteira de clientes, formada principalmente por empresas de
pequeno e médio porte. "Calculamos que só na cidade de São Paulo existam
415 mil empresas de pequeno e médio porte, mas apenas 10% delas usam a Internet
profissionalmente, o que dá nos dá um mercado potencial enorme", garante
o diretor.
Para atrair esse cliente para sua base, a TVA
promoveu em março uma redução média de 50% nos preços do serviço de acesso
em banda larga para o mercado corporativo.
A empresa registrou um aumento de 44% no número de usuários residenciais e
68% corporativos
A TVA anunciou seu desempenho no segmento de Internet de alta velocidade - o
Ajato - relativo ao primeiro semestre de 2003. E a empresa tem motivos para
comemorar, principalmente pelo crescimento da sua base de clientes, que aumentou
44% em usuários residenciais e 68% na área corporativa - comparando com o
mesmo período do ano anterior - registrando um total de 33 mil assinaturas.
Nos próximos seis meses, a operadora espera manter a boa atuação no mercado.
A expectativa para o segundo semestre é
ampliar
em 90% o número de clientes
do Ajato. A companhia também tem como meta aumentar sua atuação junto às
empresas de telecomunicação e provedores de conteúdo, compartilhando sua
infra-estrutura.
BrT
investirá mais R$ 40 milhões em ADSL
12/08/2002, 12h17
O conselho de administração da Brasil Telecom S.A. (BrT) aprovou na semana
passada um investimento adicional de R$ 40 milhões em ADSL para este ano. Com
isso, a empresa reformulou sua expectativa de crescimento de número de
assinantes do serviço de banda larga em 2002. Até então, a estimativa era de
que a operadora fecharia o ano com 140 mil acessos. “Agora, esperamos atingir
este número em setembro. Para o fim do ano, deveremos alcançar 220 mil
assinantes”, afirmou Carla Cico, presidente da Brasil Telecom, durante
teleconferência internacional com analistas de mercado, realizada nesta
segunda, 12. A empresa fechou o segundo trimestre com 101,5 mil acessos de ADSL.
Da Redação - TELETIME News
Balanço - 09/08/2002,
19h29
Lucro da Brasil Telecom Participações cresceu 72,4% no
trimestre
A empresa destacou em seu balanço o crescimento dos acessos ADSL, que saltaram
55,9% em relação ao primeiro trimestre, alcançando 101,5 mil.
TELETIME News <teletime@teletime.com.br>
- ÚLTIMAS NOTÍCIAS - 09/08/2002 - 19h46
SÃO PAULO - O provedor de acesso Terra, do grupo Telefônica, informou nesta
quinta-feira que suas vendas de internet em banda larga cresceram 30% na região
da Brasil Telecom, de março para cá, desde que a operadora acertou com a U.S.
Robotics parceria que transfere aos provedores a venda dos modems diretamente ao
usuário.
Segundo Fernando Madeira, diretor de acesso do Terra, vender num mesmo kit o
serviço de acesso, a linha ADSL da operadora e o modem, auto-instalável pelo
próprio usuário, facilitou muito a disseminação da banda larga naquela
área, que compreende as regiões Centro-Oeste e Sul do país.
O Terra tem, segundo ele, 180 mil assinantes de banda larga em todo o país,
seja por linhas ADSL ou cabo, mais do que 40% do mercado, diz a companhia.
Cresce
o número de empresas convencidas de que usar a Internet de maneira
convencional, via conexões dial-up, não é mais suficiente. O comentário é
do E-Consulting® Corp, a propósito de pesquisa feita pelo Yankee Group com 550
O
estudo “mostrou que 91% dos assinantes corporativos de banda larga (baseada na
tecnologia DSL) acreditam que os benefícios da produtividade do serviço
atingem, ou até superam, suas expectativas com relação à mensalidade da
tecnologia”. Assim, 65% delas, se tivessem de realizar cortes no orçamento,
só abririam mão da banda larga em último caso.
Para
o E-Consulting, o acesso em alta velocidade é necessário, “principalmente
pela sua alta capacidade de aumentar a produtividade e a vantagem competitiva,
possibilitando às empresas atender seus clientes com mais eficiência. Entre as
aplicações prioritárias às que usam a facilidade estão “as pesquisas
online, o envio e recebimento de e-mails com grandes arquivos anexados, a compra
de suprimentos pela rede e as reservas online de vôos.”
O
E-Consulting cita outra pesquisa, da Point Topic, focada na análise do uso de
banda larga, que revela: “o acesso à Internet por meio de tecnologia DSL
triplicou em todo o mundo, passando de 6,5 milhões de usuários em 2000 para 19
milhões em 2001.” Para o E-Consulting, “o crescimento e desenvolvimento das
tecnologias de banda larga irão gerar experiências online cada vez mais
interativas, impactando diretamente os negócios de streaming media, E-Commerce
e conteúdo.
E
esse crescimento será sentido também no Brasil. As operadoras regionais Brasil
Telecom e Telefónica aumentaram sua base de assinantes DSL de menos de 20 mil
linhas em 200 para 233 mil no final de 2001.”
O número de clientes do Speedy subiu para 215.671
em 31 de março de 2002, um incremento de 252,4% em relação aos 61.203
usuários registrados ao final de março do ano passado. Já a utilização dos
serviços da Linha Inteligente, com facilidades como Transferência de Chamada,
Conversação a Três, Identificação de Chamadas, entre outros, chegou ao
final de março deste ano com 4,5 milhões de clientes.
Até 2003, a intenção da operadora é
alcançar os 500 mil acessos em banda larga, residenciais e corporativos
Ao comemorar a marca de 100 mil acessos
ADSL comercializados, a Brasil Telecom se coloca como a segunda maior operadora
de banda larga da América Latina. Os números são relativos ao Internet Turbo,
que envolvem serviços de banda larga para usuários residenciais e
corporativos.
Apesar do volume já expressivo de usuários ADSL - para um
mercado ainda tímido no país -, a telco quer dobrar o volume de assinantes
até o final deste ano, com a audaciosa meta de liderar o setor em 2003,
quando projeta concentrar 50% do mercado brasileiro, com 500 mil acessos.
Atualmente, os produtos e serviços de Web da Brasil Telecom
são administrados pela subsidiária BrT Serviços de Internet. Esta última
mantém o portal em banda larga BrTurbo, que inclui conteúdos em vídeo,
jogos, e-mail gratuito e armazenamento em disco. No caso de profissionais
autônomos, a carrier mantém uma unidade batizada de BRTData e que oferece
serviços de correio eletrônico ilimitados e espaço em disco para hospedagem
de Web site.
Segundo o IDC, com 95% de usuários residenciais, o mercado
brasileiro de conexão em alta velocidade - com 69% de assinantes de ADSL -
movimentou US$ 69 milhões no ano passado e a expectativa é que esse número
aumente em 900% até 2005, alcançando US$ 690 milhões.
Serviços prometem decolar em 2002,
despertando a atenção das provedoras e movimentando o mercado de dados
Roberta Gonçalves é repórter de
Telecom Negócios. E-mail: Roberta
Gonçalves
O ano de 2002 é promissor na área de
banda larga. Os estudos dos institutos de pesquisa são animadores e após se
dedicar a cumprir metas ligadas a serviços de voz, as operadoras buscam
potencializar o ganho com cada cliente, oferecendo recursos baseados,
principalmente, em dados. "Antes a prioridade era atingir as metas. Agora
todos os provedores estão correndo para oferecer acesso em alta
velocidade", afirma Manuel Correia, diretor da área de telecom da KPMG
Consulting.
De acordo com as previsões de institutos como o IDC e The
Yankee Group, as prestadoras estão seguindo o caminho certo. Segundo o IDC,
com 95% de usuários residenciais, o mercado brasileiro de acesso em alta
velocidade movimentou US$ 69 milhões no ano passado e a expectativa é que
esse número aumente em 900% em 2005, alcançando US$ 690 milhões. Além
disso, em 2001, dos 300 mil usuários de banda larga, 69% utilizavam a
tecnologia DSL, 28% cable modem e 2% conexão FWL (Fixed Wireless).
Os dados do Yankee Group também demonstram a importância
do DSL. Um estudo do instituto aponta que no último ano o número de
assinantes desse tipo de conexão na América Latina quadriplicou. A
expectativa é que no próximo o número de assinantes desse serviço seja
duplicado na região. "A tecnologia de DSL é a mais usada no mundo
inteiro, abrangendo o mercado residencial e de pequenas e médias
empresas", destaca Mauro Teixeira, diretor de produtos da Intelig.
Porém, na opinião dele um dos problemas na expansão da banda larga é a
questão do unbundling.
Os órgãos de defesa do consumidor, sobretudo os Procons, levantaram a bandeira
de que, para quem tem banda larga, é desnecessário obrigar o cliente a
contratar um provedor de acesso. Trata-se de uma tese que é informalmente
fomentada pelas teles (que pretendem eliminar mais este custo aos seus usuários)
mas muito perigosa, no entender da Anatel. Para o conselheiro Luiz Tito Cerasoli
"há o risco de o usuário ficar na mão dos grandes grupos, porque logo
eles vão concentrar todo o serviço, se esta tese prevalecer. Por ser serviço
de valor adicionado, as teles não admitirão mais a interferência da agência
e vão fazer o que quiser. Com isso, acabou a concorrência". Da
Redação
Quinta-feira, 23 de Maio
de 2002, 20h27
A polêmica sobre o provimento de Internet de banda larga tem origem na norma
004, editada em 1995 pelo então Ministro das Comunicações Sérgio Motta,
contendo as definições de Serviço de Valor Adicionado (SVA), que englobam o
provimento à Internet, e a orientação geral sobre o uso da rede pública de
telecomunicações para prover estes serviços. Estas definições foram
incorporadas, dois anos depois, ao artigo 16 da Lei Geral de Telecomunicações,
que deixa claro que a SVA não é um serviço entre aqueles a serem prestados
pelas concessionárias de serviço telefônico fixo comutado (STFC). Finalmente,
os contratos de concessão assinados na privatização do sistema nacional de
telecomunicações, em agosto de 1998, estabelecem o caráter de exclusividade
à telefonia fixa para as concessionárias deste serviço. A partir destas
regras herdadas pela Anatel, portanto, uma operadora de telefonia não pode em
tese oferecer provimento de acesso à Internet, devendo abrir sua rede para que
outras empresas o façam. Da Redação
Quinta-feira, 23 de Maio
de 2002, 20h27
O presidente da Abranet acredita que faltaram ao Procon, em sua avaliação,
informações técnicas e jurídicas sobre a questão do provimento de acesso na
banda larga. Segundo ele a posição do órgão é incorreta porque ao mesmo
tempo em que desobriga o consumidor de contratar um provedor, quer obrigar as
operadoras a fornecerem o serviço completo. Como ele explica, do ponto de vista
técnico, as operadoras de telefonia fazem apenas a ligação da casa do usuário
até o provedor de acesso, que é quem faz o roteamento do usuário para a
Internet. E, no que se refere aos aspectos jurídicos, a Lei Geral de
Telecomunicações proíbe a prestação de serviços de valor adicionado (SVA)
por parte das operadoras. Da Redação
Quinta-feira, 23 de Maio
de 2002, 20h27
A decisão do Procon de São Paulo de defender os consumidores que questionarem
a obrigatoriedade da contratação de um provedor de banda larga para ter acesso
ao serviço será contestada pela Associação Brasileira dos Provedores de
Internet (Abranet). Segundo seu presidente, Roque Abdo, a entidade está
preparando pareceres técnico e jurídico para apresentar ao órgão de defesa
do consumidor na tentativa de fazê-lo rever sua posição. A reunião entre
Abranet e Procon deve ocorrer já no começo de junho, prevê Abdo. Da
Redação
A Parks deve saltar de um faturamento de R$
27,5 milhões reportado em 1999 para R$ 100 milhões este ano. Em meio à crise,
a fabricante comemora o fato de as operadoras fixas locais se voltarem
fortemente para a expansão da base de assinantes de banda larga, ou acessos
Asymmetric Digital Subscriber Line (ADSL).
A Parks, sediada no RS, há 35 anos no mercado,
produz toda a linha de xDSL. “Estamos vivendo uma situação oposta ao
restante do mercado”, comemora o diretor comercial e de marketing da empresa,
Vicente Pacheco. Até o momento, a projeção da Parks para este ano é vender
200 mil equipamentos ADSL. O número significa 60% da demanda prevista de 350
mil equipamentos para todo o País este ano.
Somente as quatro operadoras locais - Telefônica,
Telemar, Brasil Telecom e CTBC Telecom, todas clientes da Parks - contabilizavam
até abril mais de 300 mil acessos ADSL em operação
Receitas
de serviços em banda larga vão quase triplicar em 2008
As
receitas mundiais provenientes dos serviços de acesso à Web
em banda larga conseguirão crescer mais de US$ 136 bilhões nos
próximos seis anos, de acordo com um novo estudo da Pioneer
Consulting. A companhia prevê que o total faturado deverá atingir
US$ 229 bilhões em 2008, contra os US$ 93 bilhões em 2002. Paul
Kellett, diretor senior da empresa, afirma que a demanda por acesso
em banda larga é real, apesar da desaceleração da economia. O
executivo acredita, no entanto, que apesar de todas as tecnologias
disponíveis para o serviço, o sistema DSL (digital subscriber line)
continuará sendo o líder do mercado. As outras tecnologias deverão
conseguir uma popularidade maior nos próximos seis anos.
Petcom's News - Nº25 - Notícias
sobre o mercado de telecomunicaçõeswww.petcom.com.br
A
Parks, fabricante de equipamentos para transmissão de dados,
anunciou que a demanda das operadoras por seus produtos, em
especial modems ADSL, dobrou neste primeiro semestre,
superando todas as expectativas da empresa. “É um ano de ouro e
já pode ser considerado, no semestre, o melhor desempenho da
empresa nos seus 36 anos de existência”, resume o diretor
Comercial da Parks, Vicente Pacheco de Mello Filho. A expectativa da
fabricante é vender neste primeiro semestre 40 mil unidades de
ADSL e chegar ao fim deste ano com 200 mil unidades
comercializadas. Pelos cálculos da Parks, isso representa 60% da
demanda nacional para 2002, projetada em 350 mil unidades. A
empresa estima que o mercado potencial para equipamentos ADSL
no País soma 3 milhões de usuários finais e 3,6 milhões de
usuários representados por pequenas e médias empresas.
Petcom's News - Nº25 -
Notícias sobre o mercado de telecomunicações
www.petcom.com.br
O número de usuários residenciais de banda larga cresceu 66% nos primeiros
meses do ano. Uma pesquisa do Ibope revelou que 1,4 milhão de internautas
acessaram a rede usando banda larga, contra 852 mil apurados em dezembro.
O barateamento do serviço e a
instabilidade das conexões discadas são apontadas como os principais motivos
do crescimento, segundo os analistas do instituto.
Fonte: JB Online
Abranet:
regiões Sul e Norte têm mais provedores em 2002http://globonews.globo.com/GloboNews/article/0,6993,A404965-19,00.html
Quarta-feira, 02/10/2002
- 12h41m - GloboNews.com
RIO - O número de provedores nas regiões
Norte e Sul do país aumentaram em 2002 e diminuiram nas demais, segundo uma
pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Associação Brasileira dos
Provedores de Internet (Abranet). A região Sul foi a que apresentou maior
índice de crescimento, 10%; seguida pelo Norte do Brasil com 1,7%,
revelaram os dados.
Segundo comunicado distribuído para imprensa, no sul o aumento deveu-se
à maior expansão na rede de telefonia e facilidades implantadas
em cidades de menor porte. Já nas regiões mais distantes, como a Norte, as
reações tecnológicas explicariam a adoção mais lenta que nas demais.
Nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste houve uma diminuição de
16,5%; 5%; e 3,5% respectivamente.
- A queda nestas localidades não representa uma retração no mercado, mas
um ajuste natural, sem diminuição de usuários, já que empresas maiores
adquiriram menores - comentou o diretor-presidente da Abranet, Roque Abdo.
A Abranet usou como principal fonte para o levantamento os guias
de busca, além de confirmações em páginas da web.
O Brasil tinha em
operação 1.219 provedores de acesso à Internet durante o mês de agosto de
2002, 22 a menos que em julho de 2001.
Os dados são parte de uma pesquisa feita
pela Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Internet).
Segundo a pesquisa, a região Sul apresentou o
maior índice de crescimento em relação ao ano anterior (10%), passando de 233
para 258 provedores. A região Norte aparece em seguida, com crescimento de 1,7%
devido ao surgimento de apenas um provedor de acesso.
As demais regiões do País tiveram queda no número
de provedores. O Centro-Oeste passou de 91 provedores para 76, o Nordeste caiu
de 138 para 131 e o Sudeste, que concentra a maioria dos provedores, passou de
720 para 694 empresas.
Roque Abdo, diretor-presidente da Abranet,
explica que a expansão na rede de telefonia justifica o crescimento no Sul. O
aumento na região Norte seria, segundo Abdo, é resultado de maior expansão na
infra-estrutura de comunicações. "A queda nas demais regiões não
representa uma retração no mercado, mas um ajuste natural com redução de
provedores sem diminuição de usuários", explica.