Telefonica se considera acima da Justiça

É incrível a atitude dessa empresa estrangeira, concessionária de um serviço público essencial, ao ignorar decisão judicial, e da ANATEL , conforme informamos na página

 

Será que finalmente a ANATEL tomará alguma providência ? 

A correspondência protocolada, que enviamos em 03 de Julho, foi arquivada sem resposta, e as reclamações subseqüentes também foram vãs, como informamos em Carta Aberta, demonstrando o total descompromisso dessa agência com os usuários, e a legislação brasileira, que ela deveria ser a primeira a obedecer, e a fazer cumprir.

Parece que ela julga que, através de suas portarias e normas, ela pode conseguir legalizar esse procedimento, conforme essa Denúncia

Consulta Pública 417
Anatel descaracteriza o Projeto 0i00 para criar um cartel de três concessionárias de telefonia fixa, que monopolizará o acesso à internet, utilizando os novos códigos de acesso.

 

Além dela não permitir os usuários do Speedy PPPOE de acessar a Internet sem o uso de um provedor, ela agora está implantando uma nova modalidade de autenticação, desta vez para os usuários do Speedy Megavia.

Em anexo, apenas um das dezenas de e-mails recebidos, que serão enviados à Justiça, comprovando o Descumprimento da liminar, e a inveracidade da declaração formal

Devido a isso, a ABUSAR está CADASTRANDO em seu site usuários que estão sendo forçados a contratar um provedor habilitado pela Telefonica, na página 

Horacio Belfort
Presidente
www.abusar.org www.abusar.org.br
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"Pode-se enganar algumas pessoas todo o tempo; pode-se enganar todas as pessoas algum tempo; mas não se pode enganar todas as pessoas todo o tempo" - Abrahan Lincoln
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----- Original Message -----
From: "Ana Cristina" 
To: <abusar@abusar.org.br>
Sent: Thursday, December 05, 2002 8:19 AM
Subject: Descumprimento liminar

Seguindo instruções do site da Abusar
<http://www.abusar.org.br/circular_07.html>, informo que nesta data entrei
em contato com a central de relacionamento do Speedy (0800121520), onde
falei com Leandra Beneit, a qual informou que por ora a Telefonica não
considera válida a liminar  2002.61.08.004680-9 nem se vê obrigada a
cumpri-la, não tomando nenhuma providência quanto ao teor dela (permissão
de acesso Speedy sem uso de provedor adicional).

Ana Cristina