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Jornal da Tarde
Ponto Y
http://www.jt.estadao.com.br/editorias/2002/12/27/advogado021227.html
- TELEFONICA
Não entendo por que tenho de contratar um provedor
para poder usar o serviço Speedy, da Telefônica. O provedor não
influencia em nada no acesso à internet, somente no meu bolso, pois sou
obrigado a desembolsar em torno de R$ 60 de assinatura mais as despesas para
a própria Telefônica. Para mim, essa obrigação representa venda casada,
o que fere o Código de Defesa do Consumidor. O Speedy não é modalidade de
serviço adicionado, mas sim serviço de telecomunicação, conforme a regra
expressa do artigo 64 da Lei nº 9.472/97. O consumidor está sendo lesado.
- Daniel Esteves Galdino,
Capital.
- Resposta: Informamos ao sr.
Galdino que a empresa e os provedores têm papéis diferentes no acesso à
internet em banda larga, assim como na conexão discada. Fornecemos o
meio de transmissão de voz/dados da casa ou escritório do cliente até o
provedor previamente escolhido. Já o provedor de acesso à internet faz
a conexão do consumidor à rede mundial de computadores, ligando o usuário
à internet no Brasil e no exterior. São duas estruturas de telecomunicações
diferentes, que se complementam e permitem ao cliente navegar na internet.
- Por esse motivo, se o
assinante do Speedy não contratar um provedor, ele não consegue navegar.
- Assessoria de Imprensa,
Telefônica.
Procon:
'É ilegal exigir provedor' 23/05/02
Anatel
está em uma 'sinuca de bico' com a banda larga 23/05/02
Pague
por banda larga e leve velocidade estreita
- 07/12/00
Assinantes
de banda larga reclamam do serviço - 15/01/01
Consumidor
gasta mais sem precisar - 28/02/02
Cliente
teve seu acesso cortado - 28/02/02
Todos
unidos pela banda larga - 28/02/02
Provedor
no meio do caminho - 28/03/02
Provedor
no meio do caminho - 28/03/02 texto
integral
Banda larga: provedor pra quê? -
28/02/02
Usuário
paga provedor, que paga... -
28/02/02
A
conexão que vem do espaço -
28/02/02
Cliente
teve seu acesso cortado -
28/02/02
Todos
unidos pela banda larga -
28/02/02
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