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AJato
A empresa AJato, pertencente ao grupo Abril,
oferece o serviço AJato, acesso de banda larga via cabo, nas versões pessoal
e empresarial, até o
momento respeita os consumidores, pois não exige provedor, e não
possui limite de tráfego. Mas isso pode mudar :
Em 29/10/06 a
Abril e a Telefonica anunciaram que a Telefonica está adquirindo a totalidade
das operações de MMDS (Multichannel Multipoint Distribution Service) da TVA
nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, além de
100% das ações preferenciais e parte das ações ordinárias das operações
de TV a cabo em São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Foz do Iguaçu, nos
limites de participação permitidos pela legislação.
O negócio deve ser ainda aprovado pela
Anatel e pelo CADE.
A AJato foi a pioneira em acesso de Banda
Larga, inicialmente no sitema unidirecional, já em 1999, antes, por exemplo, do
Speedy. Veja a Base
instalada AJato
Ajato
reduz em 25% o valor do acesso a 512 Kbps
Sexta-feira, 19 de Setembro de 2003 - 12h06
Link original: http://idgnow.terra.com.br/idgnow/internet/2003/09/0059
IDG Now!
Daniela Braun
A partir de
quinta-feira (17/09), a operadora de TV a cabo, TVA, começou a oferecer uma
redução de 25% na mensalidade para o acesso rápido via cabo Ajato a 512
Kilobits por segundo (Kbps), que cai de R$ 195 para R$ 145 mensais, incluindo o
cable modem e o provimento de acesso.
A empresa afirma que a redução na mensalidade
já estava programada. Entretanto, a oferta coincide com o lançamento dos novos
moldes do Speedy, serviço de acesso rápido à internet da Telefônica, no início
da semana.
Coincidência, ou não, enquanto o Speedy
limitou o download de 3 a 15 Gigabytes por mês, dependendo do pacote de acesso,
a TVA aposta em diferenciais como download ilimitado, acesso acelerado com
pagamento diário (Pay-per-band), e serviços de pay per view em banda larga,
para ganhar assinantes em sua área de cobertura, nas cidades de São Paulo e do
Rio de Janeiro.
“Toda vez que o Speedy lança uma campanha
nossas vendas aumentam”, comenta Amilton de Lucca, diretor de Internet e
Telecom do Ajato, serviço lançado em julho de 1999. Segundo ele, a empresa
espera incrementar sua base de 33 mil assinantes para 40 mil até o final do ano
e crescer 50% em 2004.
Desvincular o acesso via cabo da assinatura de
TV paga também foi uma das opções da empresa para ganhar espaço com o Ajato.
Com a estratégia iniciada em meados de 2002, cerca de 15% dos clientes de banda
larga não são assinantes da TVA.
Com a redução no valor do acesso em 512 Kbps,
a empresa espera que sua base de assinantes do pacote de 256 Kbps — hoje, 60%
dos clientes do Ajato — migre para o pacote mais veloz. “Esperamos aumentar
de 2% para 10% a faixa de usuários de 512 Kbps”, prevê de Lucca.
Outra novidade prevista pelo serviço é a
reformulação no webmail do Ajato. A partir de 28 de setembro, a empresa
incrementa os serviços de filtro anti-spam — fornecido pela Inova Tecnologia
— catálogo de endereços, antivírus, corretor ortográfico e caixa postal
(10 Megabytes de memória).
Além do acesso em 512 Kbps, o Ajato oferece os
pacotes de acesso a 256Kbps (R$ 78,90 mensais), 128 Kbps (R$ 65,80 mensais) e a
64 Kbps (R$ 57,80 mensais).
O serviço de download acelerado, Pay-per-band,
é cobrado por diárias de R$ 4 para o acesso em 128 Kbps; R$ 6 para assinantes
de 256 Kbps; e de R$ 20 para usuários de 512 Kbps.
Terça-feira, 07 de outubro de 2003 - 17h21
Link original: http://infoexame.abril.uol.com.br/aberto/infonews/102003/07102003-7.shl
SÃO PAULO - Em 2004, o provedor de banda larga
Ajato, da TVA, vai ganhar uma versão portátil. É um sistema semelhante ao
Giro, da Vésper, mas com tecnologia proprietária da Next Net, empresa
americana que fabrica também o modem para conexão MMDS.
O novo provedor ainda não tem nome, mas usará
a marca Ajato. O serviço já foi testado em Belo Horizonte (MG), com 100 usuários
de banda larga, entre fevereiro e setembro deste ano. A segunda fase de testes
acontece agora em Brasília, com 50 clientes. A estimativa é que preço do novo
provedor fique entre 10% e 20% mais caro do que as mensalidades de banda larga
atuais.
Segundo Amilton de Lucca, diretor de internet e
telecomunicação do Ajato, as diferenças com o Giro são muitas - apesar de
ambos usarem um modem portátil com antena acoplada. Primeiro, porque serão
oferecidos pacotes de até 2 Mbits de velocidade; segundo, porque não haverá
franquia de uso. Ou seja, a idéia é que o usuário possa usar e baixar quantos
Gigabytes quiser. Este uso, explica de Lucca, será livre até que o dia em que
a rede exigir algum tipo de franqueamento, e não há previsão de quando isso
acontecerá.
De Lucca garante que a rede do Ajato poderá
absorver tranqüilamente os heavy users de outros provedores de banda larga. A
infra-estrutura atual, diz, suporta mais de 50 mil usuários sem precisar de
atualizações técnicas - e, hoje, o Ajato tem 35,3 mil usuários, sendo 1 300
corporativos e o restante assinates residenciais. A empresa toma medidas
administrativas para se precaver contra supostos usuários residenciais que
revendem o serviço - eles são convidados a migrar para os planos corporativos
e, diante da recusa, têm o sinal desligado.
O Ajato em versão portátil terá também um
cartão PCMCIA, que vai permitir a conexão de notebooks em ambientes sem luz elétrica.
O novo serviço será oferecido em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte,
Porto Alegre, Curitiba e Brasília. Seu lançamento, explica de Lucca, depende
agora de a empresa encontrar um investidor para o produto e da adequação de
preço do modem para o mercado brasileiro.
Renata Mesquita, do Plantão INFO
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